As donas da bola
No Brasil muitas mulheres são chefes de família, cuidam dos filhos sozinhas, são pai e mãe ao mesmo tempo, estudam, trabalham e fazem tudo com muita dedicação.
E agora também resolveram apitar não só em casa, mas em campo, e campo de futebol onde a ala masculina domina ou dominava, a mulher por ser mais sensível consegue ver longe, é o que acontece no caso da arbitragem feminina.
Um lugar antes dominado por homens, agora também faz parte do universo feminino, mas pra quem pensa que é fácil, se engana, elas sofrem muito preconceito, e são descriminadas porque são mulheres.
Com o advento, da pírula anti-conceptiva a mulher conquistou seu espaço na sociedade, e em lugares nunca antes imaginados.
Com muita luta teve sua capacidade reconhecida, em várias áreas, e chegou até ao "clube do bolinha", ou seja o futebol, esporte dominado por homens no qual a mulher não tinha vez, hoje já temos jogadoras, e até algumas auxiliares de arbitragem.
Muitas mulheres nem podem ouvir falar em futebol, tem verdadeira aversão ao esporte, não é o caso de uma de nossas bandeirinhas, que atualmente vem se destacando em campo e fora dele pela sua determinação, o nome dela já é conhecido no meio, Ana Paula de oliveira.
Ana Paula de oliveira 27 técnica em administração, solteira e moradora da cidade de Campinas é assistente de arbitragem de futebol há oito anos.
Ela poderia estar exercendo a profissão de modelo, por exemplo, pois chama atenção pela beleza física, mas preferiu ingressar no futebol, um lugar dominado por machões.
Muitos dos marmanjos que vão assistir ao jogo quando se deparam com a moça, soltam a piadinha, “lugar de mulher é no fogão”, mas Ana Paula não da atenção.
Morena bonita e independente ela sabe o que quer, e já conquistou seu lugar ao sol, filha de árbitro amador, desde pequena acompanhava o pai nos jogos e daí nasceu sua paixão pelo esporte.
E como toda mulher independente ela sabe o que quer, apitar numa Copa do Mundo, mas enquanto isso não acontece, ela vai colecionando elogios da torcida masculina.
E agora também resolveram apitar não só em casa, mas em campo, e campo de futebol onde a ala masculina domina ou dominava, a mulher por ser mais sensível consegue ver longe, é o que acontece no caso da arbitragem feminina.
Um lugar antes dominado por homens, agora também faz parte do universo feminino, mas pra quem pensa que é fácil, se engana, elas sofrem muito preconceito, e são descriminadas porque são mulheres.
Com o advento, da pírula anti-conceptiva a mulher conquistou seu espaço na sociedade, e em lugares nunca antes imaginados.
Com muita luta teve sua capacidade reconhecida, em várias áreas, e chegou até ao "clube do bolinha", ou seja o futebol, esporte dominado por homens no qual a mulher não tinha vez, hoje já temos jogadoras, e até algumas auxiliares de arbitragem.
Muitas mulheres nem podem ouvir falar em futebol, tem verdadeira aversão ao esporte, não é o caso de uma de nossas bandeirinhas, que atualmente vem se destacando em campo e fora dele pela sua determinação, o nome dela já é conhecido no meio, Ana Paula de oliveira.
Ana Paula de oliveira 27 técnica em administração, solteira e moradora da cidade de Campinas é assistente de arbitragem de futebol há oito anos.
Ela poderia estar exercendo a profissão de modelo, por exemplo, pois chama atenção pela beleza física, mas preferiu ingressar no futebol, um lugar dominado por machões.
Muitos dos marmanjos que vão assistir ao jogo quando se deparam com a moça, soltam a piadinha, “lugar de mulher é no fogão”, mas Ana Paula não da atenção.
Morena bonita e independente ela sabe o que quer, e já conquistou seu lugar ao sol, filha de árbitro amador, desde pequena acompanhava o pai nos jogos e daí nasceu sua paixão pelo esporte.
E como toda mulher independente ela sabe o que quer, apitar numa Copa do Mundo, mas enquanto isso não acontece, ela vai colecionando elogios da torcida masculina.
