PROFISSÃO JORNALISTA
Quem é jornalista sabe a dificuldade de exercer a profissão, principalmente em um país como o nosso, onde o poder manipula e faz suas vítimas. Temos uma liberdade de expressão ilusória, pois em qualquer redação que o profissional esteja ele vai ter que seguir uma cartilha, ou seja, dançar conforme a música do veículo ao qual ele trabalha.
Em muitos casos ele não concorda com tudo o que escreve ou produz, mas o jornalista não é um super herói e também tem suas contas para pagar, e por isso acaba cedendo.
O jornalismo em si é uma profissão linda, temos a oportunidade de ajudar as pessoas e de informar. No Brasil a informação é tudo, já que o povo é carente de educação e por isso é ludibriado pelos seus governantes.
Em outros tempos o jornalista era um herói que tinha no coração o amor pela profissão, e não era para aparecer como nos dias atuais nos quais “carinhas bonitas” desfilam nos telejornais, dando a falsa impressão de que beleza é tudo, quando na verdade não é. Competência, inteligência e disposição para fazer do jornalismo um meio de ajudar quem precisa é o que realmente importa.
Por isso a nossa profissão está tão banalizada, onde o próprio diploma, que devia ser lei como em qualquer outra atividade, até agora está no impasse se é ou não obrigatório para o exercício da profissão.
Caros, vamos voltar aos tempos áureos, das lutas e do suor para conseguir uma boa matéria, na qual o que valia era o bom profissional e sua competência e não quem o indicou por sua beleza.
O jornalismo é garra e paixão pela vida, pelas pessoas, é o grito preso na garganta, que a sociedade gostaria de dar, mas às vezes não pode. Nós temos esse privilégio, mas não o temos valorizado como se deve.
Em muitos casos ele não concorda com tudo o que escreve ou produz, mas o jornalista não é um super herói e também tem suas contas para pagar, e por isso acaba cedendo.
O jornalismo em si é uma profissão linda, temos a oportunidade de ajudar as pessoas e de informar. No Brasil a informação é tudo, já que o povo é carente de educação e por isso é ludibriado pelos seus governantes.
Em outros tempos o jornalista era um herói que tinha no coração o amor pela profissão, e não era para aparecer como nos dias atuais nos quais “carinhas bonitas” desfilam nos telejornais, dando a falsa impressão de que beleza é tudo, quando na verdade não é. Competência, inteligência e disposição para fazer do jornalismo um meio de ajudar quem precisa é o que realmente importa.
Por isso a nossa profissão está tão banalizada, onde o próprio diploma, que devia ser lei como em qualquer outra atividade, até agora está no impasse se é ou não obrigatório para o exercício da profissão.
Caros, vamos voltar aos tempos áureos, das lutas e do suor para conseguir uma boa matéria, na qual o que valia era o bom profissional e sua competência e não quem o indicou por sua beleza.
O jornalismo é garra e paixão pela vida, pelas pessoas, é o grito preso na garganta, que a sociedade gostaria de dar, mas às vezes não pode. Nós temos esse privilégio, mas não o temos valorizado como se deve.

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