Contos da infância I
Quando era criança morava numa casa pequena, a visão que se tinha do céu era uma linha vertical em meio há outras construções, gostava de olhar para o branco das nuvens que parecia um grande algodão doce.
Passava tardes inteiras olhando para o céu e imaginando como seria bom pular naquelas almofadas gigantes, em casa nem sofá tinha.
A infância tem esse encantamento, deixa tudo mágico, é um convite à imaginação. Olhando para o céu, ficava pensando o que pedir de presente para a mãe no Natal e tudo que lhe vinha à cabeça era uma bonequinha pequena que pudesse chamar de filhinha.
Os dias eram mais alegres, o vigor da infância contagiava, e assim continuava sonhando quando iria poderia pular nas nuvens e brincar sem restrições, já que no céu as nuvens lhe bastavam.
Os sonhos eram lúdicos, como tudo em sua vida de criança, sem grandes preocupações, sem problemas, não que eles não existissem, mas não abalava sua felicidade de olhar para o céu.
Quando pequena a vida era mais feliz, tinha mais amor, o tempo demorava a passar, vinha no compasso dos seus pensamentos. Pessoas queridas eram presentes, conforme crescia, toda sedução desse período se perdia no diante dos anos que se seguiam.
Primeiro foi o avô que foi brincar no céu, depois o pai que saiu de casa sem nunca mais voltar, depois vieram tios e tias que também foram para o infinito azul.
Hoje ela olha para o céu e continua vendo as lindas nuvens e sua imaginação flui, mas não como quando criança.
Passava tardes inteiras olhando para o céu e imaginando como seria bom pular naquelas almofadas gigantes, em casa nem sofá tinha.
A infância tem esse encantamento, deixa tudo mágico, é um convite à imaginação. Olhando para o céu, ficava pensando o que pedir de presente para a mãe no Natal e tudo que lhe vinha à cabeça era uma bonequinha pequena que pudesse chamar de filhinha.
Os dias eram mais alegres, o vigor da infância contagiava, e assim continuava sonhando quando iria poderia pular nas nuvens e brincar sem restrições, já que no céu as nuvens lhe bastavam.
Os sonhos eram lúdicos, como tudo em sua vida de criança, sem grandes preocupações, sem problemas, não que eles não existissem, mas não abalava sua felicidade de olhar para o céu.
Quando pequena a vida era mais feliz, tinha mais amor, o tempo demorava a passar, vinha no compasso dos seus pensamentos. Pessoas queridas eram presentes, conforme crescia, toda sedução desse período se perdia no diante dos anos que se seguiam.
Primeiro foi o avô que foi brincar no céu, depois o pai que saiu de casa sem nunca mais voltar, depois vieram tios e tias que também foram para o infinito azul.
Hoje ela olha para o céu e continua vendo as lindas nuvens e sua imaginação flui, mas não como quando criança.